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Regularização de imóvel: passo a passo para evitar multas

Entenda o processo de regularização de imóveis residenciais e comerciais: documentos, custos, prazos e como evitar multas da prefeitura.

Fachada residencial regularizada — projeto Nathália Trotta
Fachada residencial regularizada — projeto Nathália Trotta

Um imóvel não regularizado perde valor de mercado, não pode ser financiado e expõe o proprietário a multas. A boa notícia: na maioria dos casos é possível regularizar, mesmo construções antigas.

Quando um imóvel é considerado irregular?

  • Construção sem alvará aprovado pela prefeitura
  • Ampliações ou puxadinhos não averbados
  • Mudança de uso (residencial para comercial) sem nova aprovação
  • Divergência entre a planta aprovada e o que foi efetivamente construído

Etapas da regularização

1. Levantamento do existente

O arquiteto faz a medição real do imóvel e produz a planta do como está construído (as built).

2. Análise da legislação municipal

Cada prefeitura tem código de obras e zoneamento próprios — taxa de ocupação, recuos e altura máxima variam por cidade.

3. Projeto de regularização + ART/RRT

Projeto técnico assinado por arquiteto responsável, com Registro de Responsabilidade Técnica (RRT) emitido junto ao CAU.

4. Protocolo, vistorias e habite-se

Depois da aprovação, vistoria e emissão do habite-se, o imóvel pode ser averbado em cartório.

Custos e prazos

O custo depende do tamanho do imóvel, da complexidade e das taxas municipais. Prazos médios variam de 60 a 180 dias, considerando vistorias e exigências.

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